terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

DILERCY ADLER - ACRÓSTICO PARA DIANA!

DIANA - TODO AMOR EM TORNO DE TÃO NOBRE SER!
VOVÓ DILERCY ADLER FAZ UM ACRÓSTICO PARA DIANA

ACRÓSTICO PARA DIANA

Dilercy Adler



Divindade grega

Invadindo a terra humana...

Assim chegas - pequena Diana -

Nascendo neste mundo e em nossos corações

Ah! como te amamos hoje e em todas as benditas estações!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

"SOMBRAS" - ANTONIO CARLOS DAYRELL (POESIAS PARA PARAR O TEMPO).

ANTONIO CARLOS DAYRELL

SOMBRAS - Antônio Carlos Dayrell

Belo Horizonte, em 07/02/2012: o dia virou noite

http://poesiadelivery.blogspot.com/

Poesia Para Parar o Tempo - Exposição e livro únicos e exclusivamente de Antônio Carlos Dayrell.

DEPOIS DE NILO PEREIRA, RUY ANTUNES PEREIRA E CÂMARA CASCUDO, FRANKLIN JORGE É A FORTUNA CRÍTICA DA ESCOLA LITERÁRIA DO CEARÁ-MIRIM/RN.

FRANKLIN JORGE - ESCRITOR E CRÍTICO LITERÁRIO

O CEARÁ-MIRIM NA LITERATURA
Transcrito do NOVO JORNAL
[Natal, 19 de fevereiro de 2012]
Por Franklin Jorge

O Ceará-Mirim pertence definitivamente à literatura. E distingue-se, nesse âmbito, por uma plêiade de escritores humanistas apegados à sua querência, como diria o ensaísta José Lívio Dantas.
Ali, no massapé, tem prosperado uma civilização canavieira e uma refinada tradição literária consubstanciada em memorialismo e numa escritura subjetiva, intimista e analítica, centrada em valores humanísticos que inscrevem o verde Vale do Ceará-Mirim no território da alta cultura.
Desde o seu delicioso e surpreendente “Oiteiro, memórias de uma sinhá-moça” - lançado em 1958 pela Editora Pongetti, do Rio de Janeiro -, a literatura dessa estreante reanimou a alma do lugar e deu-lhe relevo no conceito dos estudiosos e dos amantes da boa literatura que alguma vez se debruçaram sobre esse fenômeno, que singulariza o Ceará-Mirim, e reacende uma velha questão: na província é ainda onde se prezam melhor certos valores, como a tradição literária que a nobilita. A autora escreveu, ainda, um diário de sua viagem as terras paulistas, suas únicas obras conhecidas além da colaboração em jornais manuscritos da sua terra, copiados a mão pelas moças letradas do Ceará-Mirim.
Maria Madalena Antunes Pereira [1880-1959], autora de um livro único, um livro que, em seu gênero, faz contraponto com “Minha Formação”, de Joaquim Nabuco, ambos autores oriundos do patriarcalismo rural e com os pés em engenhos de açúcar. Fundou, com a publicação de “Oiteiro...”, uma tradição e estabeleceu um cânone literário embebido de humanismo que continuou com seus epígonos.
Dona Madalena Antunes não é nenhuma estilista; escreve segundo o estilo em que escreviam as escritoras da época. Sua grandeza está na autenticidade da sua escritura que tem a jubilosa claridade do dia. Privilegiada contemporânea da História, a proto-escritora do Ceará-Mirim guardou nas retinas e na lembrança aquele dia 13 de maio, viu o alvoroço dos escravos libertados pela Princesa Isabel, em debandada, completamente desorientados, atordoados, alvoroçados diante da grande perspectiva de liberdade que se criava com aquele ato real.
Emocionante, a página em que Madalena Antunes, registra o atordoamento de uma ex-escrava que não sabia para onde ir e preferiu ficar no engenho de açúcar, sem saber o que fazer da liberdade. Emocionante, a ternura com que nos fala de Tonha e Patica, as duas escravas que eram esplendidas contadoras de histórias, suas companheiras inesquecíveis. Patica, batizada Francisca, era uma negra alta e corpulenta, sabia manter acesa a atenção e a curiosidade de sua jovem platéia.
É “Oiteiro...” um livro referencial de uma época desaparecida e, entre nós, ainda pouco estudada. Um livro que, escrito por uma representante da aristocracia rural do Vale do Ceará-Mirim, recupera para o leitor e para a historiografia potiguar a rotina da casa grande, já abalada em seus alicerces pela transformação social em progresso. Publicado a mais de 50 anos, continua a comunicar-se com os leitores, numa prosa viva e buliçosa, pois não há quem não se encante com esse memorial de vida. Um livro, enfim, que deleita no que há de melhor no homem. Uma das grandes elegias da infância.
Foram seus discípulos e expoentes dessa tradição inaugurada pelo livro de Madalena Antunes, os escritores Edgar Barbosa [1909-1976] e Nilo Pereira [falecido em 1992], ambos, escritores proustianos, telùricamente enraizados no chão do Ceará-Mirim.

O MARANHÃO EMBALA EM SEUS LENÇÕIS AZUIS, A LINDA CAÇADORA QUE CHEGA PARA A FAMÍLIA ADLER - DIANA ADLER DE CARVALHO.

DILERCY ADLER - MINHA AMIGA MARANHENSE QUE TRAZ ESSA CRIANÇADA TODA PARA ESTE BLOG. DILERCY QUE É UMA MULHER CULTA, DOUTORA EM PSICOLOGIA. QUE É CIDADÃ DO MUNDO. QUE ESTÁ ORGANIZANDO A ANTOLOGIA DE POEMAS A GONÇALVES DIAS.
DILERCY - FILHA, MÃE, AVÓ, IRMÃ, AMIGA BOA!
CHEGOU DIANA, NUA MAIS NOVA BENÇÃO, A NETINHA, EM PLENA FESTA CARNAVALESCA, NO ÚLTIMO DIA 16 DE FEVEREIRO. ELA VEIO ENVOLTA EM LENÇÓIS AZUIS DAS ÁGUAS MARANHENSES. MAS, COMO UMA BOA CAÇADORA QUE VEIO, NÃO FUGIRÁ DO VERDE DA FLORESTA DOS GUARÁS, DO LINDO MARANHÃO. O MARANHÃO QUE TEM UM LONGO ABRAÇO DE RIOS E MARES DESDE O NORTE AO NORDESTE.
AH! O LINDO MARANHÃO DESBRAVADO POR UM ESPANHOL - VICENTE PINZÓN -, FUNDADA POR FRANCESES, ENAMORADA DOS PORTUGUESES, DEUS DO CÉU, TUDO ISSO NUMA SÓ TERRA POETIZADA PELO GRANDE GONÇALVES DIAS!
SEJA BEM VINDA, DIANA! DIANA QUE VEIO BEM NA ÉPOCA MOMESCA E DORME O SEU SONINHO DE PAZ E SAÚDE - AMÉM!
UM VERDADEIRO JARDIM DE INFÂNCIA ABRIU-SE À MINHA FRENTE E EU ADOREI, AFINAL, AS CRIANÇAS SÃO AS POESIAS QUE CANTAM EM NOSSA ALMA. E ESSA COISINHA FOFA DEVE SER NETA DE DILERCY.
MÃE E FILHA?
CLARO, FILHA E NETA DA PSICÓLOGA DILERCY ARAGÃO ADLER!
QUEM SERÁ O PIMPOLHINHO?
AGUARDO OS NOMES DESSA HORA DE FELICIDADE!
AS FOFURAS DA VOVÓ DILERCY
HUM! A NETINHA COM A OUTRA VOVÓ? SERÁ?

sábado, 18 de fevereiro de 2012

PROJETO RASTROS POÉTICOS - TRANSTEXTUALIDADE COM FERNANDO PESSOA E PAVILHÃO LITERÁRIO CULTURAL SINGRANDO HORIZONTE.

CONSUMIDORES DO MEDO
DE PESSOA PARA PESSOA - RASTROS POÉTICOS
CLEVANE PESSOA

Caros amigos:

Repasso a revista virtual Palvilhão Literário Singrando Horiozntes.nela, foi publicado o convite para o lançamento de "Emoções Repentinas" da Editora Assis, de Uberlândia-MG, onde fui convidada a estar com meu poster-poema "Consumidores do medo",
que é ilustrado com foto do poeta-fotógrafo e Presidente da Rede Catitu Cultural, Marco Llobus, que a cedeu a pedido da editora e escritora Ivone de Assis.
Também o poster-poema, que já foi exposto em recitais meus, distribuído em Belo Horizonte e fora daqui, junto a uma série de outros criados pelo talento do Llobus que assim , valoriza meus poemas. Apesar de desenhar, gosto muito quando tenho artistas e fotógrafos por parceiros.É a perfeita conjugação da POIESIS com todas as expressões de arte.Além das artes visuais generosamente dialogando com meus versos-quais as ilustrações de Iara Abreu em seu projeto "Aspectos Urbanos" Já fizeram coreografia com meus poemas, jograis, interpetação dramatizada, e mesmo ímãs , adesivos e cartazes, no Projeto RASTROS POÉTICOS, também da Assis, em parceria com o SESC-MG-Uberlândia .Aliás, venho de receber as peças dos ímãs, com a transtextualidade armada pelos poetas , com poemas de Fernando Pessoa- mais uma explicação sucinta sobre o poema do pluripoeta Português. Ser selecionada foi uma das minhas maiores alegrias em 2011.Uma cartaz continha o nome do autor, o nome dos poemas gerados pelo de Pessoa, o local onde nosso trabalho foi exposto.Suprassumo de organização!
Os que me acompnahm, sabem que um de meus lemas é "de uma pessoa para Pessoa" ,de pessoa para Pessoa - quando falo de FP( um poeta mandou perguntar-me , pelo meu site/blog http://clevanepessoa.net/blog.php , por que eu escrevia meu sobrenome com "p" minúsculo.Obvius....Tenho honra e alegria de carregar o sobrenome.Ivone de Assis, então, pediu-me autorização, com a ´petica que lhe é costumeira, para usar no projeto.Dessa forma, os ímãs e impressos vêm com o dístico´:"de pessoa para pessoa".Adorei, claro!
A carta que os acompanhou, do Gerente do SESC da Unidade Uberlândia-MG, Rafael Tannus Moreira, explica:

"Prezada escritora


"O Projeto Rastros Poéticos faz uma transposição de poemas para suportes não convencionais .Neste ano, Fernando Pessoa foi o homenageado e com ele você deixou um rastro de beleza e sensibilidade por diversos cantos de Uberlândia .
Além dos poemas/adesivos espalhados pela cidade , o projeto traz os poemas/ímãs, suporte que permite uma proximidade maior com as pessoas , adentrando em lares e em outros espaços de convivência."

Grande abraço-lazer e tranquilidade para você nesses dias de Momo.

Clevane Pessoa

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

"A SORTE E O DESTINO DE CADA UM" - POR BERNARDO PIMENTEL - MÉDICO E ESCRITOR.

BERNARDO CELESTINO PIMENTEL.

A SORTE E O DESTINO DE CADA UM.

Hoje, que o Carnaval está se iniciando, tem muita gente feliz, esquentando e apurando os tamborins, retocando a fantasia, dando um polimento no espírito, querendo desfilar na avenida a sua dor, ou saudade.
Em cada coração um desejo, um sentimento, uma frustração. É a vida. É preciso sonhar, é preciso desintoxicar o espírito.
Enquanto espero ver o carnaval, ver o mar e lavar os meus olhos com a imensidão do horizonte, vou atender no consultório. Lá encontro motivos para a reflexão, para a ponderação, para frenar os instintos e os desejos, que são as patologias que acometem os poetas.
Atendo um jovem de 18 anos que se encontra muito feliz, pois como especialista em fazer vídeos, conseguiu um bom emprego. Foi pinçado à distancia, pela sua competência...mas, está cismado, pois eu solicitei uns exames e o laboratório só quer dá o resultado depois de falar comigo. Aí me pergunta: "Doutor, será que eu estou com AIDS"? Respondo: pode até ser que seja por outro motivo, mas se você for soro positivo, não vai passar o resto da vida preocupado. É inútil você se preocupar com problemas, cujo desenrolar independe de você, da sua preocupação. Meia hora depois o laboratório me confirma: o paciente é soro positivo! Triste constatação antes de um Carnaval. É a vida...
Vou saindo e mais um paciente, que suplicou para ser atendido hoje - uma senhora de 51 anos - na qual fiz um toque. Ela tem um tumor de reto inferior ou canal anal. Sente muita dor, chora com o exame e lhe explico: toquei uma pequena tumoração, pode não ser nada, mas pode ser muita coisa. Mas, mesmo se for muita coisa, ainda é inicial e pequena. Ela responde: eu não tenho plano de saúde, ajude-me, encaminhe-me para o Serviço Público"... E eu repondo: fique tranquila, faça estes exames no seu município e me procure assim que receber os resultados, eu resolvo.
É assim a vida! Estou falando nessas coisas para que nós aprendamos a valorizar a nossa tranquilidade,a nossa tranquilidade não nos está fazendo mal! Quantas besteiras interferem no dia a dia da gente, e as maximizamos, e perdemos a vida desejando o excelente, por que não se contenta com o ótimo! Daí esta reflexão: Comemore, brinque, agradeça a Deus por sua tranquilidade, não chore porque o progresso está lento! Ruim é não sair do lugar.
Se você beber, não dirija, não faça essa ingratidão à vida.
Precisamos repetir todo dia: a nossa tranquilidade não nos está fazendo mal!!!
Vida! Vida! Nove vezes fora, Vida!

Pelo destino das flores se sabe bem o que é a sorte!
"Umas enfeitam a vida, outras enfeitam a morte!

"Formiga quando quer se perder cria asas e voa"!
Quem faz o que não pode, termina fazendo o que não quer!

Beijos e abraços do padre!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CEM DOS MIL POEMAS A NERUDA CONSTAM DA BREVE ANTOLOGIA DE NELSON URRA, SEGUNDO INFORMA ALFRED ASIS.



SE CUMPLEN LOS OBJETIVOS, LOS PLAZOS, LAS RESPONSABILIDADES.

Nuestro coordinador en Suecia Nelson Urra, hace llegar el primer aporte a la "FUNDACIÓN VÍCTOR JARA" de los ingresos percibidos por la venta de nuestra obra "CIEN DE LOS MIL POEMAS A NERUDA" realizada en Suecia, para aportar a la Escuela Víctor Jara en Santiago que recibe a niños en precarias condiciones e hijos de inmigrantes de Perú, Bolivia y otros países que necesitan de oportunidades para ser parte de nuestras sociedades. Todos ustedes son parte de estas instancias que nos hermanan en la literatura y la solidaridad incondicional por un mundo mejor.

Las obras de los "MIL POEMAS", seguirán dejando la huella de nuestra humanidad y solidaridad para ser parte de una verdadera manifestación de amor, más allá de los homenajes, sembrando en las almas nobles la semilla de la humildad para conformar una fuerza real en el mundo literario.
Ustedes son ya, los protagonistas de estas historias que se generan desde sus incondicionales participaciones con vuestras magníficas creaciones literarias.

Nos espera Miguel Hernández y más de alguna creación con la obra a César Vallejo para beneficio de la sociedad.
Víctor Jara estará orgulloso de todos ustedes, adjunto su canción.

Abrazos,

Alfred Asís