sexta-feira, 27 de abril de 2012

PROJETO PAPOÉTICO EM SÃO LUÍS DO MARANHÃO REALIZA O PRÊMIO MARANHÃO SOBRINHO.


I FESTIVAL DE POESIA DO PAPOÉTICO

“Prêmio Maranhão Sobrinho”


Regulamento

O Projeto PAPOÉTICO realizará, no dia 31 de maio de 2012, em São Luís, o I FESTIVAL DE POESIA DO PAPOÉTICO, com a finalidade de estimular e socializar a atual produção poética realizada em língua portuguesa por autores inéditos. O festival adota como patrono o poeta maranhense “Maranhão Sobrinho”, sendo regido pelo seguinte regulamento:

Artigo 1 – Poderá participar do Festival qualquer pessoa que escreva poesia em língua portuguesa, e que não tenha livros publicados.

Artigo 2 – O I FESTIVAL DE POESIA DO PAPOÉTICO será realizado em São Luís, capital do estado do Maranhão, durante uma única sessão, no dia 31 de maio de 2012, com a apresentação (interpretação) de 20 (vinte) poemas finalistas, previamente selecionados pela Comissão Julgadora de Mérito Literário (a divulgação dos escolhidos para a grande final será feita no dia 7 de maio de 2012), após a avaliação de todos os poemas inscritos. Ao final da sessão, serão revelados os nomes dos vencedores, seguindo-se a premiação do festival.

Artigo 3 – Participarão da sessão os autores que tiverem seus textos selecionados pela Comissão Julgadora de Mérito Literário. A audição dos poemas acontecerá no dia 31 de maio de 2012 e será acompanhada por duas comissões julgadoras (Comissão de Mérito Literário e Comissão Julgadora de Interpretação) que indicarão os autores e intérpretes premiados após a apresentação dos textos. A premiação acontecerá imediatamente após a divulgação do resultado, no dia 31 de maio de 2012.

Artigo 4 – As Comissões Julgadoras serão compostas da seguinte forma:

Comissão Julgadora de Mérito Literário: formada por 3 (três) poetas atuantes no meio literário. Escolherá os 3 (três) melhores poemas concorrentes, independentemente da interpretação dos poemas.

Comissão Julgadora de Interpretação: formada por 3 (três) atores atuantes no meio teatral. Escolherá as 3 (três) melhores interpretações dos poemas finalistas.

Artigo 5 – Será obrigatória a apresentação dos poemas, que poderão ser interpretados pelos próprios autores ou por pessoas indicadas por eles.
Parágrafo Primeiro: Na ausência de indicação de intérprete, o poema poderá ser lido para garantir a validade da participação.
Parágrafo segundo: A interpretação dos poemas concorrentes não influenciará no julgamento do mérito literário dos mesmos.
Parágrafo terceiro: Os intérpretes poderão utilizar recursos audiovisuais, tais como: som, slides, figurino.
Parágrafo quarto: Concorrentes de outros estados ou de outros países de língua portuguesa terão garantida a interpretação / leitura dos seus poemas.

Artigo 6 – Cada concorrente poderá inscrever apenas um poema, inédito, com temática livre, até o limite de duas laudas, assinado com pseudônimo.

Artigo 7 - As inscrições serão feitas por e-mail. O autor deverá enviar:

a) Preenchimento da ficha de inscrição;

b) Poema digitado na fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento 1,5;

c) Dados biográficos do autor (sete linhas). São solicitados ainda os seguintes dados: Nome do (a) autor (a); Endereço; RG: CPF; Fone; E-mail; Nome do poema; Pseudônimo.


Artigo 9 - As inscrições serão entregues por e-mail entre os dias 1º de março de 2012 e 30 de abril de 2012.


Artigo 10 - O I FESTIVAL DE POESIA DO PAPOÉTICO - PRÊMIO MARANHÃO SOBRINHO oferecerá aos vencedores do evento premiação em dinheiro e em livros, conforme discriminação abaixo:


Melhor Poema:

1º Lugar: R$ 1.000,00 (hum mil reais);
2º Lugar: Livros, revistas literárias, CD’s e filmes, integralizando o valor de R$ 500,00 (quinhentos reais);
3º Lugar: Livros, revistas literárias, CD’s e filmes, integralizando o valor de R$ 300,00 (trezentos reais).

Melhor Intérprete:

1º Lugar: R$ 500,00 (quinhentos reais);
2º Lugar: Livros, revistas literárias, CD’s e filmes, integralizando o valor de R$ 300,00 (trezentos reais);
3º Lugar: Livros, revistas literárias, CD’s e filmes, integralizando o valor de R$ 200,00 (duzentos reais)


Artigo 11 – Os 20 poemas finalistas serão publicados na Coluna Alça de Mira, do JP Turismo (Jornal Pequeno – São Luís / MA), que circula semanalmente às sextas-feiras.

Artigo 12 – Não será permitida a participação, no Festival, de familiares dos membros das Comissões Julgadoras e/ou da Comissão Organizadora do evento.

Artigo 13 – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Organizadora do Festival.

Artigo 14 – A inscrição implica na aceitação integral do presente regulamento.


Intérpretes


samuk_wx4@hotmail.com, guterresrenato@yahoo.com.br
nato98@hotmail.com
Lene Mrinho
grachmarinho@hotmail.com

Thais Brito
jocays18 @hotmail.com
chintia.pesoa@hotmail.com
Papoético lança Festival de Poesia
O Projeto Papoético foi idealizado pelo poeta, jornalista e pesquisador de cultura popular Paulo Melo Sousa, em novembro de 2010. O evento acontece num espaço cultural, o Chico Discos, que se localiza na rua de São João, 389 - A, Centro Histórico de São Luís. Ali, funciona um sebo, no qual se comercializa livros antigos e usados, CD’s e discos de vinil. No espaço, foi adaptado um barzinho, que atende uma clientela fiel que aprecia música de qualidade.
O Papoético acontece normalmente uma vez por semana, em São Luís. Recitais de poesia, lançamentos de livros, canjas musicais, exibição de filmes, discussões filosóficas e exposição de ideias são algumas das muitas atividades que fazem desse projeto algo singular. Nos encontros semanais, o público pode entrar em contato com o que é produzido na arte maranhense e brasileira e ainda poderá encontrar algumas pessoas que têm participação ativa na construção da cultura contemporânea.
Visando ampliar a ação cultural do projeto, foi idealizada a realização do I Festival de Poesia do Papoético, com data prevista para o dia 31 de maio de 2012. Nos últimos anos, em São Luís, os órgãos públicos ligados à cultura privilegiaram as manifestações culturais de cunho popular, que se destacam tanto no carnaval quanto no São João. Em decorrência disso, as artes em geral perderam apoio oficial, dentre elas a Literatura. Concursos literários foram extintos, e até o Festival de Poesia da Universidade Federal do Maranhão, anteriormente realizado pelo Departamento de Assuntos Culturais – DAC, foi desativado.
Em decorrência dessa situação, um grupo de escritores e artistas está se mobilizando em torno do Projeto Papoético, visando garantir uma agitação cultural alternativa que garanta a expressão de artistas que já tenham obra publicada, e que favoreça também a revelação de novos valores na área cultural.
Dessa forma, surgiu a ideia de se realizar um Festival de Poesia, ação que visa preencher uma importante lacuna deixada pelos órgãos oficiais no que se refere à promoção da Literatura no Maranhão. Ainda para este ano, Paulo Melo Sousa promete realizar um concurso de fotografia e um concurso de contos, ampliando dessa forma a ação cultural do Projeto Papoético. Segue o regulamento do Festival. As inscrições estão sendo feitas on line, através do blogue do poeta e jornalista Zema Ribeiro.
Zema colocou uma aba (Papoético) no blogue, onde as pessoas podem acessar o regulamento e a ficha de inscrição. O regulamento se encontra em pdf e a ficha de inscrição em word (a pessoa baixa, preenche e envia por e-mail). Foi acrescido ao regulamento o endereço papoetico@gmail.com para o envio dos poemas concorrentes.
Acesso ao blogue do Zema (http://www.zemaribeiro.wordpress.com) ou o endereço da aba, direto: http://zemaribeiro.wordpress.com/papoetico

O QUE O SEU TETO É CAPAZ DE SUPORTAR? - TATIANA CARLOTTI

ESCRITORA - TATIANA CARLOTTI
O QUE O SEU TETO É CAPAZ DE SUPORTAR?
Tatiana Carlotti

Domingo frio em São Paulo, sem marido, sem amigo, sem namorado. O bom e velho cigarro. Fumaça que aquece o peito e se dissolve na boca, café com leite por cima, pão com manteiga, queijo Minas.

A amiga apaixonada no telefone, paixão é doença na alma, desliga com cuidado. A zeladora e as contas do mês, fecha a porta e agradece. Na contracapa de um livro, a foto bonita de um homem, seus mitos sempre tão frágeis. A voz de Ella atrapalha nessa crônica, desliga e o barulho dos carros na Brigadeiro Luis Antônio. Na TV, Ata-me do Almodóvar, Bandeiras de ponta-cabeça, Victoria Abril em suspenso. Quem salva é Vinícius, afro-sambas. Um mês de espera atrás de um desconhecido conectado ao E-Mule. Dança. Gira o corpo. Sua. Taquicardia.

Domingo frio em São Paulo, sem vontade de ler, nem escrever, sem vontade. Um vinho de ontem, uma pizza requentada na frigideira, seus amigos e a defesa de uma literatura que não nasça do próprio umbigo. Parece praga. Contradição imediata. Evita escrever sobre si mesma, olha só o resultado. Procura na janela uma mulher que passe com coturno e casaco vermelhos. São muitas as mulheres que atravessam com sacolas de compras do supermercado. São tantas ofertas e a frase de Don Delillo: aqui não morremos, fazemos compras. Seu salário confuso diante do pequeno pote de palmito. Vontade de plantar alface no banheiro. Manjericão na sala. Viver de aipo.
No apartamento de cima, os vizinhos trepam. O barulho descarado da cama que range. Um parágrafo de silêncio em homenagem aos vizinhos.

O que seu teto é capaz de suportar?

A amiga apaixonada novamente ao telefone, o cidadão trabalha mais do que um condenado na Rússia czarista, pensa nisso enquanto vê as imagens de um documentário sobre São Petersburgo. Ama o ócio. Corre o dia todo para fruir um segundo, mas sabe, se beber vinho, perde a tarde toda dormindo. Isso que é livre-arbítrio. Tem trabalho para fazer, ouvir o que as pessoas dizem e transcrever. Gosta quando as pessoas gaguejam. É curioso o quanto perde, quando só enxerga. Sem falar do que não cheira, não toca, não aquece. Então, ele liga. Uma saudade cheia de rotinas. Pergunta a hora em que acordou, se comeu bem, a roupa que está usando, o que fez no sábado, o quanto trabalhou, o que pretende fazer. Ela responde sem pensar, as palavras esvaziam o corpo espremido no travesseiro. A ausência dele nos móveis. O pente que esqueceu na prateleira do banheiro.

Mais um cigarro. Ninguém suporta viver com tanto ar. A lembrança da amiga grávida dizendo que todos nós passamos as duas primeiras horas de vida sozinhos. Nenhum hospital permite a mãe ficar no quarto com o recém-nascido. Sua amiga prefere parir em casa, no calor bonito das próprias asas. Essas duas horas ecoam na sua cabeça. Escurece. Acende a luz e o concreto: acordou tarde, não trabalhou como devia, não leu, não estudou, não fez porra nenhuma. Abre o jornal e se sente fora do mundo. Por sorte, a sobrinha telefona, tem seis anos e junta num único, todos os episódios de um desenho japonês que mal compreende o nome.
Pensa em São Paulo invadida por amebas gosmentas e peixes astutos. As manchetes, de repente, parecem mais divertidas debaixo d´água. Então encontra: de cada dez mulheres assassinadas em São Paulo, sete são mortas pelos companheiros. Como pode? Isso não permite metáforas.

Abre a janela e um vento cheio de garoa. Vontade de tomar sopa no Bixiga. Cata os trocados nos bolsos da semana. Enquanto se arruma, Vínicius pergunta: Menina bonita onde é que ocê vai? Se soubesse, escreveria uma história melhor. Uma história clara e delicada como as coisas deveriam ser. Mas ela não sabe. O futuro é uma coisa muito longe num domingo à noite. É só o que sente, enquanto abre o guarda-chuva.

Tatiana Carlotti
Todos os direitos autorais reservados ao autor.

Fonte: Encaminhado por Daufen Bach

http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/


Tatiana Carlotti é uma autora paulistana que não curte estereótipos,
rótulos ou títulos... ela é simplesmente Tatiana Carlotti e pronto!
Dona de textos deliciosos, sejam eles crônicas, contos ou artigos que
sempre encantam pela leveza e sagacidade é, agora, a mais nova
colunista da Revista Biografia.

Quando perguntei a ela qual dia da semana ela preferiria que fossem
feitas suas publicações, me respondeu: "Quinta feira... eu adoro as
quintas. Elas são como o outono, cheias de esperança. É quase um
poente da semana(...) Quinta ainda é quase, é quando a gente ainda se
transforma...", risos. Por aí dá para perceber a delicadeza e
percepção dessa menina.

É um prazer minha querida recebê-la como colunista da Revista! Seja
sempre bem vinda!



UM GRANDE E TERNO ABRAÇO A TODOS!

Daufen Bach.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

AMANHÃ O PALÁCIO POTENGI, ONDE FUNCIONA A PINACOTECA DO ESTADO, ABRIRÁ SUAS PORTAS PARA O POETA-PINTOR: PEDRO GRILO!

GOVERNO DO ESTADO E SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DE CULTURA DO RN, CONVIDAM PARA A EXPOSIÇÃO DE PEDRO GRILO, INTITULADA: "GRILO BORRATELA".

DATA: 26-04-2012
LOCAL: PALÁCIO POTENGI EM CIDADE ALTA
HORA: 19 HORAS
VISITAÇÃO: 27-04 A 26-05-2012.
PEDRO GRILO

ISAQUE GALVÃO, ÀS 18 HORAS, HOJE, 25-04, EM SHOW ACÚSTICO NO NATAL SHOPPING

ISAQUE GALVÃO EM SHOW ACÚSTICO

ICOP - INSTITUTO CULTURAL OESTE POTIGUAR, CONVIDA PARA A POSSE DO NOVO CONFRADE, LIACIR DOS SANTOS LUCENA E LANÇAMENTO DA REVISTA OESTE N° 15.

DR. LIACIR DOS SANTOS LUCENA
O INSTITUTO CULTURAL OESTE POTIGUAR - ICOP - CONVIDA PARA A A SOLENIDADE DE POSSE DO NOVO SÓCIO - LIACIR DOS SANTOS LUCENA - E LANÇAMENTO DA REVISTA OESTE N° 15.

DATA: 25-04-2012
LOCAL: AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA CENTRAL ZILA MAMEDE
HORA: 17 HORAS

terça-feira, 24 de abril de 2012

TOINHO SILVEIRA REALIZA A NONA EDIÇÃO DO TROFÉU CULTURA AMANHÃ, 25 DE ABRIL DE 2012.


TOINHO SILVEIRA

TROFÉU CULTURA

VAI CHEGANDO TOINHO SILVEIRA COM A NONA EDIÇÃO DO TROFÉU CULTURA.


Em 2011 fui agraciada com o Troféu Cultura, por Toinho Silveira. Esse magnífico prêmio está guardado entre os meus melhores bens materiais, e me foi entregue, no Auditório da FIERN, em bela solenidade, pelas mãos do querido Diógenes da Cunha Lima, em maio do ano passado.



A vida é pródiga e vamos acumulando afetos e a travessia da vida torna-se mais leve, mesmo ao soprar de ventos contrários, conseguimos transpor algumas muralhas. E um troféu desse quilate é a grande recompensa aos nossos feitos.



E em 2011, como bem disse o escritor português Carlos Morais dos Santos: "Este é o ano de Lúcia Helena Pereira - poetisa das flores e do amor", recebi medalhas e troféus, os quais agradeci com humildade.



Toinho Silveira assina a produção do evento em sua nona edição, com cerimônia de premiação a ser realizada amanhã, 25 de abril, às 19h30, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.



O Troféu é concedido através de uma consulta aos jornalistas dos principais veículos de comunicação de Natal e críticos de artes. E vai agraciar artistas, produtores, personalidades e instituições, pela produção da arte e da cultura, ao mesmo tempo em que se propõe a divulgar os nomes daqueles que estimulam e protegem a diversidade cultural e artística do Rio Grande do Norte.



Parabéns a Toinho Silveira, à toda sua equipe e aos que serão contemplados amanhã, afinal de contas, cada premiado estará recebendo mais estímulo às suas atividades.



Agradecida pela deferência do telefonema de Toinho Silveira que me disse: "...vá de chinelinho de tecido, de sandália baixa, seja lá como for, mas quero lhe ver lá"...(ele sabe que estou com problemas nos pés e pernas, provocado pela fibromialgia).




PARABÉNS E MUITO OBRIGADA!

OLHOS NO PASSADO - FOTOS DE OUTRAS DÉCADAS, RECORDAÇÕES BOAS, TEMPOS FELIZES.

A MINHA MÃE SEMPRE DIZIA: "ORA, ORA, ESSA MENINA ADORA UMA VELHARIA"... ERA VERDADE, TUDO QUE EU ENCONTRAVA E ACHAVA INTERESSANTE GUARDAVA, COMO ESSAS FOTOS DE POUCOS ANOS ATRÁS...
E QUEM PODE VIVER SEM O PASSADO?

FOZ DE IGUAÇU, DÉC. DE NOVENTA, FOTO ACIMA BATIDA POR MIM.
SAINDO DE BUENOS AIRES PARA PORTO ALEGRE
DRA. HERTA D´ÂNGELO E LÚCIA HELENA -
SÃO LOURENÇO/MG
BANF - CANADÁ/ 1996
EU E MEU FILHO RENATO -
FINAL DA DÉC. DE NOVENTA
BETO E EU - CAFÉ EM CANELA/RS - 1995
CALGARY/ALBERTA - CANADÁ - 1996:
EU, DENISE E ARNALDO NO CONGRESSO INTERNACIONAL DE ROTARY
ANTONIETA BITTENCOURT E LÚCIA HELENA -1999
PRAIA DE TORRES/RS
TARQUINIO RAMOS DOS SANTOS E LÚCIA HELENA NA DÉCADA DE NOVENTA.
TORRES/RS
PETRÔNIO E LÚCIA HELENA -
PRAIA DE TORRES/RS
RECORDANDO ELZA CHAVES - DE SAUDOSA MEMÓRIA (DA DIREITA PARA A ESQUERDA, É A SEGUNDA). CHÁ PROMOVIDO POR JOTA OLIVEIRA NA DÉCADA DE OITENTA, EM NICK BUFFET DO DIJALMA MARINHO.
ABEL (O MENINO), HELOÍSA CORSINI, DONA NAIDE NÓBREGA, LÚCIA HELENA, JOTA OLIVEIRA, ELZA CHAVES E SUA IRMÃ MIRTES.